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Tudo tentador! Tudo ótimo para ser partilhado (se a lambarice não for excessiva)! "Terreno" seguro para o entendimento, não acham?
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Quem é que reconhece estas iguarias? Conseguem nomeá-las?
Se fazem parte da vossa alimentação ou se já tiveram oportunidade de as provar, qual é a vossa preferida?
Hoje, em ambiente de férias, só passei aqui para dizer... Como se diz "bom dia" na tua língua materna? Ensina-nos, por favor! Um otoverme ("earworm") é uma daquelas canções pegajosas que não nos saem da cabeça! Segundo os estudiosos, estas canções têm um andamento rápido, uma melodia vulgar, mas intervalos e repetições menos comuns. Difícil de entender esta explicação? Então, ouve a música “Bad romance” de Lady Gaga. Os cientistas dizem que é um bom exemplo de um otoverme.
Estava aqui a pensar qual será o meu otoverme em Língua Portuguesa… Talvez "Conquistador" (1989) da banda Da Vinci. Na verdade, é difícil escolher porque há tantos e alguns são mais "vermes" do que outros... :D E o teu "otoverme", na tua língua materna, qual é? Também tens um em Língua Portuguesa? Hoje, quando estava a fazer um jogo de palavras com a família, de repente, saiu-me [usei] a expressão “na muche” (ou “acertar na muche”). Será que o jogo me correu bem ou mal? 😉 O que achas?
Quando estamos a aprender uma língua, explorar o mundo da sua gastronomia também é muito interessante (e apetitoso!).
Como está muito calor, consigo imaginar muito falantes de língua portuguesa (e não só!) a refrescarem-se com limonada. Aqui fica a receita: Para um litro de água, vais precisar de quatro limões, seis folhas de hortelã, 300g de gelo e açúcar a gosto. Primeiro, espremes os limões para um jarro. Depois, acrescentas o açúcar, as folhas de hortelã e o gelo. A seguir mexes bem. Por fim, juntas o litro de água fria. No caso de não servires imediatamente, deves colocar a limonada no frigorífico. Vais experimentar e provar? Que receitas simples e refrescantes podes partilhar connosco? Tenho de admitir que este ditado popular (Em Roma, sê romano!) pode ser muito útil quando estamos a aprender uma nova língua e/ou a viver (em) "novas" culturas.
Vejam o caso de João Rodrigues, um português, que em 1577, chegou ao Japão ao serviço da Companhia de Jesus. Durante anos, Rodrigues estudou a língua e a cultura japonesa, tornando-se num grande conhecedor do mundo japonês. Por isso mesmo, acabou por ser também um grande apreciador de chá e, nos seus aposentos da residência jesuíta de Nagasaki, "para escândalo de alguns dos seus confrades mais conservadores", improvisou uma sala especial para a cerimónia do chá. (Fonte: João Rodrigues Tçuzu. "A Arte do Chá". Livros de Bordo, 2019.) E vocês, costumam "em Roma ser romanos"? Em que situações? E em que contextos é que não gostam de pôr em prática este ditado? Porquê? Costuma dizer-se a quem está a aprender português que a palavra “saudade” é muito especial nesta língua. Contudo, de acordo com o escritor Fernando Venâncio, o termo existe, tal e qual, no galego, pelo menos desde 1746, quando o publicista Martín Sarmiento o utilizou.
Seja como for, "saudade" é uma palavra muito útil. Quando estou fora de Portugal, eu costumo sentir saudades do verão, das praias e das sardinhas assadas. E tu, costumas sentir ou “morrer de saudades” de quê/quem? E como é que “matas as saudades”? |
AutorESProfessores de PLE/PL2 Arquivos
December 2022
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