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Tenho de admitir que este ditado popular (Em Roma, sê romano!) pode ser muito útil quando estamos a aprender uma nova língua e/ou a viver (em) "novas" culturas.
Vejam o caso de João Rodrigues, um português, que em 1577, chegou ao Japão ao serviço da Companhia de Jesus. Durante anos, Rodrigues estudou a língua e a cultura japonesa, tornando-se num grande conhecedor do mundo japonês. Por isso mesmo, acabou por ser também um grande apreciador de chá e, nos seus aposentos da residência jesuíta de Nagasaki, "para escândalo de alguns dos seus confrades mais conservadores", improvisou uma sala especial para a cerimónia do chá. (Fonte: João Rodrigues Tçuzu. "A Arte do Chá". Livros de Bordo, 2019.) E vocês, costumam "em Roma ser romanos"? Em que situações? E em que contextos é que não gostam de pôr em prática este ditado? Porquê?
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AutorESProfessores de PLE/PL2 Arquivos
December 2022
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